Um casinha derramada no meio da madrugada

uma casinha assobradada

derramada no meio da madrugada

noite estrelada

portas abertas

espera ansiosa a entrada das eras

primaveras gentis cobriam as varandas de flores

vestida de cores

verde, azul, amarelo

tudo nela era belo

uma casinha derramada no meio do nada

cheiro de caramelo suave com hortelã

suave adocicado gosto da manhã

varandas laterias encharcadas de sol

ali volta e meia pairava um rouxinol

também pousavam todos os tipos de amores

e lá deixavam suas dores

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